A história do Caos econômico doméstico – Parte I

São exatamente 2 horas e 57 minutos da madrugada. O post de hoje atrasou devido ao fato que contarei abaixo…

A história do Caos econômico doméstico – Parte I

Tudo começou quando me mudei para o novo apartamento há duas semanas. Fora o desafio que foi para encontrar um local decente, ou qualquer local que fosse, acabei ficando em um apartamento que parecia legal. PARECIA…

Logo na primeira semana já fui encontrando defeitinhos pequenos que cogitei consertar sozinha. Mas o fato é que no final das contas a soma de todos os “pequenos defeitinhos” se tornou muito GRANDE! Digamos que se eu fosse bancar cada centavo dessa reforma, meu orçamento não ficaria defeituoso, ele simplesmente não existiria mais.

Foi aí que Lembrei das sábias palavras da minha mamãe (tesoureira da prefeitura da minha cidade): “Minha filha, nunca assine um contrato sem ler!”. E como boa filha que sou, logo lembrei que eu não só tinha lido o contrato como também tinha guardado um cópia dele na minha pastinha de contratos.

OBS. Essa idéia de pastas separadas para contas a pagar, pagas, contratos e diplomas também foi dada da minha mãe e tem se mostrado infinitamente útil e prática desde então.

Enfim. Quando reli o contrato notei uma pequena cláusula que dizia que o locatário tem 10 dias de prazo para reclamar quaisquer defeitos na vistoria do apartamento.

Corri para imobiliária e já fui logo falando de cada pedacinho do apartamento que deveria ser consertado. E com presteza o dono da imobiliária disse que me atenderia.

Fiquei super feliz e fui pra casa satisfeita com minha eficiência. Inocência minha pois o problema acabava de começar….

Os pedreiros não só são desorganizados, como folgados e demorados. Um obra que deveria ser feita em 1 ou 2 horas no máximo virou uma via sacra de 14 horas, incluindo as 4 horas que eles levaram para consertar um erro que eles mesmos cometeram ao colocar um prego em um cano da caixa d’água.

Assim, o problema do telhado gerou um problema na caixa d’água do prédio todo, consertado pelos próprios desastrados; o excesso de água que caiu no chão misturado com a areia e os tijolos quebrados, causaram um problema no ralo, que será resolvido por um encanador dentro de alguns dias; o ralo fez o esgoto voltar exalando um cheiro horrível que me deu dor de cabeça, resultado: guardei as notas pagas do encanador e dos pedreiros pra entregar na imobiliária, porém ainda fiquei com as contas do remédio pra dor de cabeça, da faxineira e do hotel que tive que ficar por causa do cheiro!

Isso me traz ao grande ponto dessa história que tanto influenciou no meu orçamento desse mês: Nunca assine um contrato sem ler! E sempre verifique cada centímetro do imóvel a ser locado junto com o papel da vistoria da imobiliária.

Se eu tivesse feito isso antes de entrar no apartamento, com certeza não teria que ter passado por nada disso e o próprio dono do apartamento me entregaria o imóvel certinho e sem problemas.

Bom pra aprender, certo? Por isso estou passando pra vocês. Afinal errar uma vez é humano, errar duas vezes, ou saber do erro e praticá-lo mesmo assim, é burrice!

Anúncios

Um pensamento sobre “A história do Caos econômico doméstico – Parte I

  1. Taaaatix!
    Desculpa, baby, ams eu ri demais da sua história! huahuahua
    Mas a minha grande pergunta é: onde vc está e o q está fazendo da vida??? Até agora eu não sei essas coisas básicas!rsrrs
    Saudadeee

    Curtir

Poste aqui sua dúvida, comentário, crítica ou sugestão. E seja muito bem vindo (a) ao blog Menina de Negócios. :)

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s